Branding interno: premissa básica para atrair e reter talentos


O branding interno das corporações é o principal agente responsável por trazer o engajamento e retenção de todos os colaboradores da empresa com a cultura, filosofia, valores e premissas que a organização preza. Ele vai muito além de, simplesmente, representar bem a “marca”. É preciso comprar a ideia, respirar o mesmo sentimento, vestir a camisa em todos os momentos, dentro ou fora do expediente. Cada colaborador deve acreditar na marca para a qual trabalha. Por trás do branding há muito mais do que a imagem corporativa. Também estão envolvidos os desafios que resultam no aumento da produtividade. E isso só vem com equipes engajadas, que acreditam e amam o que fazem.

Hoje, as principais organizações que desejam se destacar no mercado contam com um plano de Branding Interno (ou Endomarketing) como premissa básica para atração e retenção de talentos. Neste contexto, é importante oferecer benefícios e programas diferenciados, apresentar uma comunicação clara e transparente e olhar para os colaboradores além da esfera profissional. Com tantas mudanças comportamentais, e as novas gerações que se formam a cada ano, trabalhar apenas por vantagens salariais não é a realidade do mercado moderno. Os talentos querem mais! Querem identificação com a empresa da qual fazem parte. Se antes eram os empregadores quem abriam processos seletivos e tinham o poder de escolher um entre tantos bons candidatos, hoje ocorre o contrário. São as empresas que precisam estar preparadas para atrair os melhores talentos frente a tantas oportunidades e as que não têm uma estratégia própria ficam para trás.

Vale ressaltar que isto não está relacionado apenas a grandes empresas. Cada vez mais as que estão em formação se preparam para entrar no mercado já estruturadas para esta nova configuração do cenário de gestão de marcas e pessoas. As ações de branding interno resultam em reconhecimento positivo e o crescimento, claro, traz mais oportunidades de trabalho e alavanca a economia local.

Ao se praticar o branding interno também é possível comparar, por exemplo, os índices de satisfação e felicidade interna bruta (FIB - conceito interessante criado no Butão, do qual falarei mais aqui em minha próxima postagem) com os de crescimento e lucratividade. Quanto maior os primeiros, mais elevados serão os resultados das organizações. E no que diz respeito àqueles considerados intangíveis, o fortalecimento, a presença e a exposição da marca são as características mais evidentes no processo. Ao final, todos saem ganhando.

#gestão #endomarketing #branding

© Letícia Spinardi

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