© Letícia Spinardi

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O profissional do presente

07/22/2015

O que você e as empresas buscam em comum?

 

Lembra quando vivíamos tentando classificar o profissional ideal, aquele que seria o ‘profissional do futuro’? Pois esqueça. O profissional do futuro não existe mais. A vez agora é a do ‘profissional do presente’.

 

Essa nova realidade é quase que a soma de três fatores básicos:

 

- A era da informação, que expandiu infinitamente o ritmo da concorrência e das novidades imediatas e de longo prazo.
- A evolução tecnológica, que permite investir mais tempo em planejamento do que gastá-lo todo apenas em execução.
- O processo de transição entre a massificação e a personalização, já que o público torna-se a todo instante mais exigente e a teoria do “agrade em massa” não cola mais.

 

Cada vez mais o mercado busca profissionais ‘pensantes’. A técnica deixou de ser um fator primordial como requisito para dar lugar ao pensamento estratégico. Logo, aqueles que agregam as duas características têm vaga garantida na briga por um lugar ao sol.

 

O perfil do profissional do presente leva em conta as melhores ‘cabeças’, formação em boas instituições e, acima de tudo, aplicação prática (aquela história de diploma não vale mais nada, é preciso mostrar que sabe fazer tudo aquilo que aprendeu), dinamismo, proatividade e espírito empreendedor. Parece óbvio, mas acredite, não é! Ainda há muita gente despreparada para essa realidade. Ou pior: empresas despreparadas para essa realidade.

 

Outro fator de destaque para a atuação no mercado moderno é a capacidade de lidar com mudanças rápidas. O mercado hoje é ágil. O que era moderno neste minuto já é ultrapassado no segundo seguinte. E por isso os profissionais que demonstram flexibilidade e confiança conseguem se adaptar melhor à realidade empresarial.

 

Em contrapartida, o perfil das empresas mais procuradas pelos profissionais também mudou. O salário já não é o principal item relevante na busca por uma colocação. Os profissionais do presente buscam satisfação profissional e pessoal, ou seja, a tal qualidade de vida. E não apenas pensando-se em 8 horas diárias de trabalho e benefícios, mas sim no ambiente profissional, clima entre equipe, autonomia para tomada de decisões, gestores presentes e outra série de pequenas considerações que mudam completamente a rotina de trabalho quando comparadas a companhias que ainda permanecem atribuladas aos sistemas burocráticos e convencionais (nem o mercado é mais convencional!).

 

É difícil pensar em qualidade de vida no mundo dos ‘workaholics’? Depende. Você pode ter um profissional que fica disponível para a empresa 24 horas por dia, mas que não se queixa porque a empresa lhe oferece flexibilidade para resolver algum problema pessoal, dá benefícios vantajosos que vão além da exigência sindical e está pronta para ouvir suas sugestões. Um profissional liberal que decidiu trabalhar por conta pode precisar trabalhar 24 horas por dia e não conta com nenhum benefício para isso, a não ser a liberdade de escolher como e quando realizar seu trabalho (sistema que as empresas do presente já oferecem aos profissionais).

 

O mercado do presente é uma troca justa entre empresas e profissionais. Não é fácil achar o ponto de equilíbrio para entrar nessa concorrida atmosfera, mas também não é difícil. Equilíbrio é a palavra-chave. Basta um pouco de garra e dedicação que você chega lá. Não trabalhe demais, nem trabalhe de menos. Dar aquele 'bom dia' sorridente para o seu colega de sala pode ser um ótimo começo.

 

 

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